Fevereiro 2017
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À esquerda, Rômulo Garbero, Luiz Geraldo Martinho e Paulo Guizellini, respectivamente vice-presidente, diretor-secretário e presidente do SINTRAPOSTO-MG, participando da 6ª rodada de negociação com a Comissão Negociadora do MINASPETRO (à direita), na sede do Sindicato patronal, em BH, no dia 22 de fevereiro.

     NSurgiu impasse na sexta rodada de negociação direta do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de Minas Gerais (MINASPETRO) com os representantes dos empregados nos postos de combustíveis deste Estado, entre os quais o Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo de Juiz de Fora e Região – SINTRAPOSTO-MG, para ajuste de Adendo à Convenção Coletiva de Trabalho da categoria objetivando a fixação dos novos valores do salário-base da classe, da cesta básica de alimentos e da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) das empresas.

     A sexta reunião, realizada no dia 22 de fevereiro, “praticamente não trouxe nenhum avanço no processo de negociação, pois a Comissão Negociadora do MINASPETRO avançou só um pouquinho na sua proposta, aumentando-a em apenas 0,5%, o que não representa coisa alguma em termos de melhoria salarial” – afirma o presidente do SINTRAPOSTO-MG, Paulo Guizellini, acrescentando que “todos os representantes dos trabalhadores consideraram tal avanço muito pequeno”. E como o MINASPETRO se recusou terminantemente a avançar mais na sua proposta, ficou configurado o impasse, que está indicando a deflagração de uma greve nos postos de combustíveis de Minas Gerais. Mas ainda existe a possibilidade de tal impasse ser solucionado pelo Ministério do Trabalho. Ou até mesmo pela Justiça.

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