Fevereiro 2018
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Os presidentes do SINPOSPETRO-BH e do SINTRAPOSTO-MG, respectivamente Possidônio Valença e Paulo Guizellini, participando da 8ª rodada de negociação entre o MINASPETRO e os representantes dos frentistas de MG, na Superintendência do Trabalho e Emprego (Ministério do Trabalho), em Belo Horizonte, no dia 21 de fevereiro. A reunião foi mediada pela Auditora Fiscal do Trabalho, Alessandra Parreiras.

     Haverá nova série de reuniões entre o MINASPETRO e as oito entidades sindicais que representam os trabalhadores dos postos de combustíveis de Minas Gerais, entre as quais o Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo de Juiz de Fora e Região – SINTRAPOSTO-MG, que representa os empregados dos postos de gasolina, lojas de conveniência, lava-rápidos, estacionamentos e garagens desta Cidade e da Região.

     A oitava reunião da negociação coletiva, realizada no Ministério do Trabalho, em Belo Horizonte, no dia 21 de fevereiro, objetivando a celebração da nova Convenção Coletiva de Trabalho da categoria, resultou no agendamento de mais duas rodadas de negociação direta entre as entidades sindicais nos dias 27 de fevereiro e 6 de março e uma nova reunião de mediação no Ministério do Trabalho no dia 13 de março.

     Decorridos quatro meses da data-base da categoria (1º de novembro), os frentistas de Minas continuam em plena campanha salarial, mas esperam que ela seja definida nas reuniões que serão realizadas nos próximos dias.

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     “O presidente Michel Temer e os deputados e senadores que aprovaram a maldita reforma trabalhista, além de prejudicarem os trabalhadores, que agora correm maior risco de ser lesados ou prejudicados por patrões inescrupulosos, já que acabaram com a obrigatoriedade da homologação de rescisão de contrato de trabalho no Ministério do Trabalho ou nos Sindicatos trabalhistas em casos de empregados com mais de um ano de serviços, causaram, estão causando e continuarão a causar, também, enormes prejuízos aos cofres públicos, pois antes, quando havia essa obrigatoriedade, os Sindicatos trabalhistas e o Ministério do Trabalho fiscalizavam, na hora da homologação de rescisão, se os empregadores estavam realmente pagando de maneira correta não só os direitos trabalhistas como também os encargos sociais devidos ao governo, o que agora não acontece mais” - a afirmação é do presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo de Juiz de Fora e Região – SINTRAPOSTO-MG, Paulo Guizellini, em entrevista ao jornal “O Combate”.

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