O Combate
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JUNHO 2019

 

À esquerda, Maria Lúcia Di Iório (negociadora profissional contratada pelo MINASPETRO), Maurício Vieira (presidente da comissão negociadora) e Klaiston Soares (advogado do Sindicato patronal); à direita, Paulo Guizellini e Rômulo Garbero, respectivamente presidente e vice-presidente do SINTRAPOSTO-MG, participando da 7ª reunião, na sede do Sindicato patronal, em BH, no dia 25 de junho.

Após conversações telefônicas entre o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo de Juiz de Fora e Região – SINTRAPOSTO-MG, Paulo Guizellini, e integrantes da comissão negociadora do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de Minas Gerais - MINASPETRO, nova reunião entre os dois Sindicatos foi agendada e realizada no dia 25 de junho de 2019.

O encontro representou a sétima rodada de negociação da data-base de 2018, mas foi considerado “inútil e imprestável” pelo Sindicato trabalhista, merecendo, como afirmou Guizellini, “o repúdio não só dos trabalhadores como também de todos os donos dos postos de combustíveis de Minas Gerais que pagam suas contribuições ao Sindicato patronal para o MINASPETRO negociar para eles e não para ficar tumultuando, emperrando e atrasando o processo de negociação, haja vista que a demora da negociação prejudica tanto os empregados quanto os empregadores, talvez até mais os empregadores porque esse atraso atrapalha o planejamento das empresas e até pode comprometer a saúde financeira delas”.

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A Medida Provisória 873/19, que proibia o desconto em folha salarial da Contribuição Sindical propriamente dita (antigo Imposto Sindical) e da Contribuição Assistencial (também chamada de Confederativa ou Negocial), estabelecendo que o pagamento das contribuições sindicais só poderia ser feito através de boleto bancário, perdeu sua validade no dia 28 de junho.

No Japão, onde se encontrava no dia 27 para participar da reunião do G20, grupo que reúne as 20 principais economias do mundo, o presidente Jair Bolsonaro afirmou: “A Medida Provisória não recebeu por parte dos partidos a relação de integrantes e ela, então, como não vai ser votada, a partir de amanhã os sindicatos voltam a receber recursos em suas contas, desconto automático dos trabalhadores".  

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