Junho de 2012
página 2
 
 
SINTRAPOSTO consegue mais para os frentistas de JF e Região do que a FENEPOSPETRO e os outros Sindicatos conseguiram para os demais frentistas de MG

    Ao tomar conhecimento, pelo noticiário, do acordo firmado com o Sindicato patronal pelo Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo de Juiz de Fora e Região - SINTRAPOSTO-MG, eu passei a admirar mais ainda o presidente desta entidade, Paulo Guizellini, que já conheço há muitos anos.
    É que ele, apoiado pelos demais diretores do SINTRAPOSTO, não se curvou diante das pressões sofridas, a partir de dezembro de 2011, para fechar acordo imediatamente com o Sindicato patronal. Guizellini e seus companheiros foram em frente na sua luta por melhorias salariais e outros benefícios para os empregados dos postos de combustíveis de Juiz de Fora e Região.
      E triunfaram brilhantemente. Digo isso porque o Sindicato presidido por ele conseguiu melhores resultados do que as outras entidades representativas dos frentistas de Minas Gerais conseguiram junto ao Sindicato patronal.

O presidente do SINTRAPOSTO-MG, Paulo Guizellini (o primeiro à esquerda), ao lado dos demais diretores do SINTRAPOSTO, não se curvou diante das pressões sofridas, a partir de dezembro de 2011, para fechar acordo imediatamente com o Sindicato patronal. Guizellini e seus companheiros foram em frente na sua luta por melhorias salariais e outros benefícios para os empregados dos postos de combustíveis de Juiz de Fora e Região. E triunfaram brilhantemente.

      Em dezembro do ano passado, quando os outros Sindicatos de frentistas de Minas Gerais e a Federação Nacional dos Empregados em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo (FENEPOSPETRO), que representa os frentistas onde não existe Sindicato desta categoria profissional, fecharam acordo com o Sindicato patronal, a luta do SINTRAPOSTO ficou enfraquecida.
     
Falando ao "O Combate", Guizellini explicou isso: "A verdade tem que ser dita: tais entidades fecharam acordo com o MINASPETRO em dezembro de 2011, depois de apenas duas rodadas de negociação com o Sindicato patronal, enquanto nós, do SINTRAPOSTO, continuamos lutando e só fechamos acordo com o MINASPETRO quando vimos que não tínhamos mais nenhuma possibilidade de conquistar mais melhorias para os trabalhadores. Isso porque o acordo firmado com o Sindicato patronal pelas outras entidades enfraqueceu a nossa luta, já que o MINASPETRO passou a afirmar que só nos daria o mesmo que ele deu aos colegas das outras entidades" - conta o sindicalista.
    Mesmo diante do fato de o fechamento do acordo pelas outras entidades ter enfraquecido a luta do SINTRAPOSTO, Guizellini não desistiu de lutar. Foi em frente assim mesmo. Ao lado de seus companheiros
de luta (diretores e funcionários do SINTRAPOSTO), Guizellini lutou incansavelmente. Lutou, lutou, lutou até conseguir conquistar outros benefícios e vantagens para os empregados dos postos de gasolina de Juiz de Fora e Região. E conseguiu mesmo.
    Conforme Paulo Guizellini informou em entrevista ao jornal "O Combate" de abril/2012, "as conquistas do Sindicato para os empregados dos postos de combustíveis de Juiz de Fora e Região foram muitas, mas se destaca entre elas o valor da PLR (Participação nos Lucros e Resultados da empresa). É que os frentistas de Juiz de Fora e Região vão receber R$ 520,00, enquanto os outros frentistas de Minas Gerais receberam apenas R$ 480,00".
     Consoante Guizellini explicou na referida entrevista, esta diferença se deve ao fato de o SINTRAPOSTO ter lutado mais do que as outras entidades que representam os demais empregados dos postos de gasolina do Estado.
     Se não existissem outras razões, ou seja, se não houvesse outras vantagens para os frentistas de Juiz de Fora e Região, bastaria este motivo para mostrar que realmente "valeu a pena a luta" do SINTRAPOSTO. Mas felizmente ainda há outros benefícios e vantagens que passaram a integrar a nova Convenção Coletiva de Trabalho da categoria.
     Sim, o SINTRAPOSTO ainda conseguiu conquistar outros benefícios e vantagens para os empregados dos postos de gasolina de Juiz de Fora e Região. Eu poderia citar vários exemplos, mas, por escassez de espaço, vou citar apenas um: a definição de "salário de ingresso", segundo a qual o empregado que já trabalhou em posto de combustíveis, em Minas Gerais ou em outro Estado, não poderá receber "salário de ingresso" (R$ 655,24) ao ser admitido em posto de combustíveis localizado na base territorial do SINTRAPOSTO-MG, mas sim o salário básico da categoria (R$ 670,00).
     Por estas e outras melhorias, podemos repetir o que disse Guizellini: "Valeu a pena a categoria ter esperado alguns meses, pois agora, celebrada a nova Convenção, os trabalhadores representados pelo SINTRAPOSTO terão vantagens que os colegas do restante do Estado infelizmente não obtiveram".
     A luta do SINTRAPOSTO durou alguns meses, mas não foi em vão. Muito pelo contrário. Valeu a pena. Afinal, o SINTRAPOSTO conseguiu mais para os frentistas de Juiz de Fora e Região do que a FENEPOSPETRO e os outros Sindicatos conseguiram para os demais frentistas de Minas Gerais. E isso se deve à luta exaustiva do grande guerreiro Paulo Guizellini e de seus companheiros de luta.

M. R. GOMIDE
Jornalista e Presidente da ABRALTUR (Ação Brasil para o Turismo)
(Matéria extraída do site
www.abraltur.com.br)

SINDICATO LEMBRA: EMPREGADO QUE TRABALHA DURANTE FERIADO TEM QUE RECEBER O DIA EM DOBRO

      Para a população de Juiz de Fora, o mês de junho tem dois feriados: dia 7, Dia de Corpus Christi(feriado nacional), e  dia 13, Dia de Santo Antônio, Padroeiro de Juiz de Fora (feriado municipal).
      Por isso, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo de Juiz de Fora e Região - SINTRAPOSTOMG, Paulo Guizellini, em entrevista ao "O Combate", fez questão de
lembrar que "o empregado que trabalhar nesses dias terá que receber o salário/dia em dobro".
       Segundo ele, "é necessário lembrar isso porque alguns postos de combustíveis da Cidade e da Região costumam deixar de pagar em dobro o feriado trabalhado, violando, assim, a legislação vigente, ou seja, o artigo 9º da Lei nº605/49".
     Para o sindicalista, "isso, além de ilegal, é um desrespeito ao funcionário que trabalha durante feriado e recebe como se fosse dia normal".
     De acordo com Guizellini, o empregado que recebe salário-base de R$ 670,00 e 30% de adicional de periculosidade (R$ 201,00), totalizando R$ 871,00, tem direito a receber mais R$ 58,06 quando trabalha durante feriado, e não R$ 29,03, como se tivesse trabalhado em dia normal. "E vale lembrar que o frentista-caixa tem direito a mais 10% a título de gratificação de quebra de caixa" - frisa o sindicalista.
      Ele considera justo que todos os empregados representados pelo SINTRAPOSTO-MG, que trabalharam durante feriado e receberam o dia de serviço como se fosse dia normal, cobrem de seus empregadores na Justiça o pagamento de todos os feriados não pagos na forma estabelecida pela legislação vigente. Por isso, Guizellini assinala: "Os trabalhadores prejudicados devem telefonar para o Disque-Denúncia do SINTRAPOSTO (32-3216-3181 e 3213-7565) ou se dirigir à sede do Sindicato, na Rua Halfeld, nº 414, sala 609, Centro de Juiz de Fora, para a tomada de providências cabíveis, objetivando o ajuizamento de ação trabalhista pelo Departamento Jurídico da entidade".

2011 © Direitos reservados Jornal O Combate    -    web por: GFT artes gráficas