Junho de 2015
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Reunião no MTE aborda denúncias de irregularidades que estariam prejudicando diversos trabalhadores
À direita, os representantes do SINTRAPOSTO-MG, João Batista de Medeiros (advogado), Paulo Guizellini (presidente) e Rômulo de Oliveira Garbero (vice-presidente), participando da reunião com representantes de três postos de combustíveis (à esquerda). Ao centro, o mediador Sérgio Tatsuo Nagasawa, Chefe do Setor de Relações
do Trabalho da GRTE/JF
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     O Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo de Juiz de Fora e Região - SINTRAPOSTO-MG participou de reunião no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), em Juiz de Fora, no dia 25 de junho, com representantes de três postos de combustíveis situados nos municípios de Barbacena e Bias Fortes.

     A reunião foi realizada a pedido do SINTRAPOSTO-MG. É que, segundo denúncias recebidas pelo Sindicato, tais empresas estariam descumprindo a legislação trabalhista e a Convenção Coletiva de Trabalho da categoria, o que estaria causando enormes prejuízos a diversos empregados desses postos de gasolina.

     A reunião, realizada na sede da Gerência Regional do Trabalho e Emprego em Juiz de Fora, foi mediada pelo Chefe do Setor de Relações do Trabalho daquela GRTE, Sérgio Tatsuo Nagasawa.

     Ficou acertado que até o próximo dia 10 de julho as empresas participantes da reunião apresentarão ao Sindicato e à GRTE/JF posicionamento sobre as questões levantadas pela entidade trabalhista.

SINTRAPOSTO-MG oferece convênios e serviços jurídicos aos trabalhadores

     O Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo de Juiz de Fora e Região - SINTRAPOSTO-MG possui vários convênios com médicos, dentistas, advogados e outros profissionais, bem como com diversos estabelecimentos, para prestação de serviços aos seus associados. Maiores informações na sede da entidade, na Rua Halfeld, nº 414, sala 609, Centro, Juiz de Fora, ou pelo telefone 3216-3181.

     Além disso, o SINTRAPOSTO oferece também a prestação direta de serviços jurídicos, sem necessidade de se agendar hora para isso. O atendimento é feito na sede do Sindicato pelo advogado João Batista de Medeiros, às segundas, quartas e sextas-feiras, no horário de 15 às 17h, e se destina a todos os trabalhadores, sindicalizados ou não.

     No próximo dia 6 de julho, "O COMBATE" estará completando 63 anos de tumultuada existência. Sim, são mais de seis décadas de lutas, de combates, de trabalhos exaustivos, sempre defendendo o povo, principalmente a tão sofrida classe operária.

     Cabe destacar que defender o povo e os trabalhadores era o maior ideal do fundador do jornal “O Combate”, o saudoso jornalista Djalma Medeiros, que faleceu em 29 de janeiro de 1987.    

     Apesar de todas as sabotagens, perseguições e violências praticadas contra este jornal pelos inimigos do povo e da classe trabalhadora, por incrível que pareça, faz 63 anos que “O Combate” vem “combatendo o bom combate”, como dizia o grande apóstolo São Paulo.

     No dia 6 de julho de 1952 circulava a primeira edição deste jornal. Com um programa de lutas, “O Combate” se propunha a defender a classe trabalhadora e a combater os inimigos do povo e dos trabalhadores. Nascia, então, um jornal DO TRABALHADOR PARA O TRABALHADOR.

     Fundado pelo combativo jornalista Djalma Medeiros (que hoje é nome de uma Avenida no Bairro Barbosa Lage, em Juiz de Fora), “O Combate” travou e continua travando grandes batalhas contra a corrupção, as bandalheiras, a covardia, a opressão, a espoliação e principalmente a exploração do suor dos pobres trabalhadores.

     A luta de Djalma Medeiros, na defesa dos trabalhadores, era muito parecida com a luta que seu filho João Batista de Medeiros, continuador da sua obra, vem travando em defesa dos trabalhadores desde 1985, quando assumiu a direção deste jornal. Uma diferença é que a luta de João Medeiros acontece também nos Tribunais da Justiça do Trabalho, já que ele é Advogado Trabalhista.

     Por defender com unhas e dentes o nosso povo e principalmente os trabalhadores, “O Combate” já sofreu toda sorte de perseguição e violência. Em 1965, para citar apenas um exemplo dentre tantos, este jornal foi fechado à força pela violência covarde de algumas autoridades canalhas (comandadas pelo então governador de Minas, Magalhães Pinto) que se aproveitaram do regime de exceção implantado neste País pelo golpe militar de 1964.

     Diversos canalhas poderosos já haviam tentado várias vezes calar a voz combativa deste jornal através da Justiça, ou seja, dentro da Lei, mas nunca conseguiram lograr êxito porque “O Combate” sempre defendeu A JUSTIÇA, A VERDADE E O DIREITO, combatendo somente os que pisoteiam esses princípios basilares de nossa conduta. No regime revolucionário, porém, finalmente os canalhas conseguiram, usando e abusando do DIREITO DA FORÇA, o que eles jamais haviam conseguido pela FORÇA DO DIREITO. Mas felizmente conseguimos superar todos os obstáculos, sacudindo a poeira e dando volta por cima. “O Combate” está aí, firme e forte, chegando aos 63 anos, graças a Deus. E os canalhas que nos perseguiram, onde estão? Deus o sabe.

     Com uma linha editorial pautada na VERDADE e na FRANQUEZA, este jornal comenta os fatos sempre com clareza e coragem, falando o que realmente o povo quer falar, mostrando a verdade nua e crua, sem reserva, sem máscara e sem rodeios.

     Assim tem sido o comportamento do “O Combate” ao longo de toda a sua tumultuada existência. Este jornal jamais recorreu aos descaminhos da omissão, do alheamento e da acomodação. “O Combate” sempre emitiu a sua opinião com franqueza, coragem e bravura cívica, sem temer covardes retaliações ou gestos de intimidação.

     E assim “O Combate”, dirigido pelo jornalista e advogado João Batista de Medeiros, com o apoio editorial do jornalista Miguel Ribeiro Gomide, continuará a sua luta. Sempre pronto para o que der e vier. Seguindo o exemplo legado pelo bravo jornalista Djalma Medeiros, cujo ideal havemos de levar avante, com fé em Deus e muita coragem. Custe o que custar. E doa em quem doer.

A REDAÇÃO

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