Maio de 2012
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Sindicalista alerta trabalhadores: "Não trabalhem sem carteira assinada, pois o seu prejuízo é muito grande"

    “Os trabalhadores não podem e nem devem trabalhar nem um só dia sem a devida anotação na
sua carteira profissional, pois isso é muito prejudicial para eles” - a afirmação é do presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo de Juiz de Fora e Região - SINTRAPOSTO-MG, Paulo Guizellini. Em entrevista ao “O Combate”, ele alertou os trabalhadores para a importância de trabalharem somente com a carteira de trabalho assinada. “É enorme o prejuízo para os trabalhadores não registrados, que acabam perdendo dinheiro relativo a férias, 13º salário, abono e rendimentos do PIS, depósitos mensais do FGTS, multa de 40% do valor do FGTS quando ocorre demissão sem justa causa, aviso prévio, garantia de aposentadoria no futuro, etc., etc. O prejuízo é tão grande que se a pessoa que aceita trabalhar sem carteira assinada parasse para pensar nisso, ela jamais aceitaria esse abuso patronal” – assinala o sindicalista.

À direita, o presidente do SINTRAPOSTO, Paulo Guizellini, ao lado do Auditor Fiscal do Ministério do Trabalho, José Tadeu de Medeiros Lima, Chefe do Setor de Relações do Trabalho da Gerência Regional do Trabalho e Emprego em Juiz de Fora

        Guizellini alertou também os “patrões exploradores” para os riscos que eles correm quando não registram um trabalhador. “Os patrões que exploram trabalhadores também podem ser muito prejudicados, tendo que pagar todos os direitos trabalhistas e encargos sociais sonegados, com multas, juros e correção monetária, inclusive honorários assistenciais, quando o trabalhador entra com ação na Justiça para reaver seus direitos. Isso sem falar na multa prevista pela lei em caso de autuação da empresa pela fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego” – ressalta osindicalista.
      Guizellini conclama o trabalhador a buscar na Justiça os seus direitos sonegados: “O trabalhador que não tem carteira assinada pode e deve se dirigir à sede do Sindicato, na Rua Halfeld, nº 414, sala 609, Centro, Juiz de Fora, para que o nosso Departamento Jurídico possa ingressar com ação na Justiça a fim de fazer o patrão explorador pagar, com multas, juros e correção monetária, todos os direitos e encargos sociais do trabalhador prejudicado”. Para isso, entretanto, “é importante que o trabalhador não assine nenhum papel em branco na empresa e nem documentos e recibos de pagamento de salários ou horas extras sem ter recebido os devidos valores” - alerta o sindicalista.
      Ele aproveitou a oportunidade para pedir a quem souber da existência de irregularidade desse tipo para fazer o favor de denunciar o caso ao Sindicato, para que a entidade possa tomar as providências cabíveis.
      O sindicalista informou quequalquer pessoa pode ligar para o disque-denúncia da entidade (3216-3181 e 3213-7565), sem precisar se identificar, bastando citar o nome da empresa. O Sindicato se encarrega de apurar o caso e garante sigilo total sobre a identidade do denunciante que se identificar.

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A FORMIGA E O LEÃO

        A partir da década de sessenta, Juiz de Fora passou a ser conhecida em âmbito nacional como sistemática oposicionista ao governo federal.
     Tudo isso, a fim de se usar a Cidade como demonstração de prestígio político personalista e individual.
     E os resultados negativos aí estão: além de rodovias e pontes inacabadas, mais uma indústria deixa de ser implantada em Juiz de Fora.
     A revista Technibus edição nº 100 - www.otmeditora.com.br  - página 14 afirma que o grupo Navistar investirá R$ 90 milhões na construção de uma fábrica de ônibus na vizinha cidade de Três Rios, no estado do Rio de Janeiro. A empresa vai produzir 13 ônibus por dia, com previsão de início em 150 dias.
     A saudosa Manchester Mineira era considerada a 2ª cidade de Minas Gerais e um dos versos de seu hino assim diz: “Salve a pincesa de Minas, salve a bela Juiz de Fora, que caminha na vanguarda do progresso estrada afora”. Hoje é a 6ª. cidade do estado. Por conveniência, trocaram seu pioneirismo por oposicionismo do tipo Biafra.
      Compensa fazer oposição ao governo federal?
     Lembra a estória da formiga e do leão que a transportava em seu dorso. A formiga foi ao ouvido do leão e disse: quando cansar, avise-me que eu te carrego...

M.R.Gomide - jornalista
ABIDF - www.imprensa.org.br

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• Juiz julga caso de frentista induzida a trocar de roupa na frente do chefe
• Empregado não pode vender mais de dez dias de férias
• Comissões pagas por terceiros integram a remuneração
• Juíza identifica dispensa discriminatória com base em indícios

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