Maio de 2014
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Silas crê na redução da jornada de trabalho

Juiz de Fora     Em entrevista ao jornal “O Combate”, o presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio de Juiz de Fora, Silas Batista da Silva, disse crer na redução da jornada de trabalho sem redução de salário. “É uma tendência em nível mundial a redução de jornada de trabalho. Na época da Constituinte de 1988, já lutávamos pela jornada de trabalho de 40 horas semanais. Não conseguimos isso, mas conseguimos reduzir a jornada de 48 horas, então existente, para a atual jornada de 44 horas. Então, como já houve a redução de quatro horas, eu entendo que agora a redução de outras quatro horas ficou mais fácil de ser conquistada. E como os trabalhadores, através das Federações, Confederações e Centrais Sindicais, têm estado diuturnamente no Congresso Nacional com uma pauta prioritária da redução de jornada, eu acredito que é só uma questão de tempo. Dentro em breve a classe trabalhadora vai conseguir a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais” – afirmou o sindicalista.
     Segundo ele, “o destino do movimento sindical é correr sempre em busca de melhores salários e melhores condições de vida e de trabalho para a classe operária, sendo que esta luta é constante e diária”.
     Para Silas, “os avanços são gradativos e estão sempre em pauta, pois sempre estamos entre o ideal e o possível”. Em seguida, ele acrescenta: “Por exemplo, lutávamos na Constituinte pela jornada de 40 horas semanais. Não conseguimos esse benefício, que era o ideal, mas conseguimos reduzir a jornada de 48 horas para 44. Isso foi o possível naquela ocasião. Foi um avanço, mas não foi o ideal”.
Finalizando, o sindicalista arremata: “Agora, o possível é a redução da jornada de 44 horas para 40 horas semanais. Estamos lutando por isso no Congresso Nacional e havemos de conseguir mais esse avanço”.

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TURISMO SOCIAL
Djalma Medeiros
“In memoriam”

     O Combate - jornal do trabalhador para o trabalhador - www.ocombate.com.br - fundado por Djalma Medeiros em Juiz de Fora – MG, possui um histórico pioneirismo em relação ao turismo social. Sua origem data dos anos 50, quando o saudoso jornalista promoveu excursões ferroviárias gratuitas para trabalhadores, levando-os a visitar diversos locais turísticos no País, por onde passavam os trilhos da então EFCB – Estrada de Ferro Central do Brasil.
     Entende-se por turismo social aquele destinado a pessoas ou grupos sociais de modestos rendimentos econômicos. Em inglês, “low cost travel”. É uma forma de se praticar o direito constitucional de ir e vir em âmbito mundial.
     A Europa vive hoje uma total dependência do turismo receptivo. Por isso, instituiu o Tratado de Schengen, (google) ou seja, normas rígidas que disciplinam a entrada de turistas no continente europeu e até mesmo o trânsito de turistas de países mais pobres, da própria Europa. Na Alemanha surgiu o termo despalavra (palavrão?) assim qualificando a expressão turismo social; ou seja, temor de grupos conservadores da União Europeia de que o turismo social gere problemas, fraudes e abusos
.
     O risco é que isso se transforme numa pandemia. E nesse caso, por onde andaria a Organização Internacional do Trabalho? A entidade tem Representação no Brasil:
www.oitbrasil.org.br
     É necessário que o ideal de Djalma Medeiros se concretize e se perpetue. E isso acontecerá positivamente, a partir do momento em que as entidades sindicais dos trabalhadores incluam o turismo social em suas respectivas pautas de trabalho.

M. R. Gomide - Jornalista/Redator de Turismo

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MTE manda empregadores enviarem aos Sindicatos a relação dos empregados que pagaram a CS

     O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), através da NOTA TÉCNICA/SRT/MTE/Nº 202/2009, determina que os empregadores enviem aos Sindicatos trabalhistas a relação dos empregados que pagaram a Contribuição Sindical (CS).
     Na referida norma, o Ministério do Trabalho e Emprego, atendendo solicitação do Instituto FGTS Fácil, revigora o entendimento relativo à obrigação de os empregadores remeterem aos Sindicatos a relação nominal dos empregados contribuintes da Contribuição Sindical profissional.
     O documento ministerial afirma que “os empregadores devem encaminhar, às entidades sindicais de trabalhadores, relação nominal dos empregados contribuintes, da qual constem, além do nome completo, o número de inscrição no Programa de Integração Social - PIS, a função exercida, a remuneração percebida no mês do desconto e o valor recolhido”.
     Segundo a Nota do Ministério do Trabalho e Emprego, o prazo para isso “é de quinze dias depois de efetuado o recolhimento da contribuição sindical profissional”.

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Convênios e serviços beneficiam trabalhadores representados pelo SINTRAPOSTO

     O Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo de Juiz de Fora e Região - SINTRAPOSTO-MG possui diversos convênios e serviços que beneficiam os trabalhadores e as trabalhadoras associados ao Sindicato.
Juiz de Fora     O presidente do SINTRAPOSTO, Paulo Guizellini, lembra que a entidade possui vários convênios com médicos, dentistas, advogados e outros profissionais, bem como com diversos estabelecimentos, para prestação de serviços aos empregados sindicalizados que trabalham nos postos de combustíveis. A relação dos convênios está no blog do Sindicato (sintrapostomg.blogspot.com).
     Maiores informações na secretaria da entidade, na Rua Halfeld, nº 414, sala 609, Centro, Juiz de Fora (MG), ou pelos telefones (32) 3216-3181 e 3213-7565.
     O SINTRAPOSTO oferece também a prestação direta de serviços jurídicos, e não há necessidade de se agendar hora para isso. O atendimento, destinado a todos os trabalhadores (sindicalizados ou não), é feito pelo advogado João Batista de Medeiros, integrante do Departamento Jurídico do Sindicato, na própria sede da entidade (Rua Halfeld, 414, sala 609), às segundas, quartas e sextas-feiras, no período de 15 às 17 horas.

O presidente do SINTRAPOSTO-MG, Paulo Guizellini,
e o advogado João Batista de Medeiros,
integrante do Departamento Jurídico da entidade.
(Foto: Arquivo O Combate)
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   EXPEDIENTE 

Jornal fundado pelo jornalista Djalma Medeiros em 06 de julho de 1952. Registrado no Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas da Comarca de Juiz de Fora sob o nº 80.
Diretor-Redator-Presidente:
João Batista de Medeiros - Colaborador: M.R. Gomide (Redator de Turismo).
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