Outubro de 2011
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“O TRABALHADOR PRECISA ESTAR SEMPRE LIGADO AO SEU SINDICATO, PARA O SEU PRÓPRIO BEM” –  DIZ GUIZELLINI

     Em entrevista ao “O Combate”, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo de Juiz de Fora e Região – SINTRAPOSTO-MG, Paulo Guizellini, falou da necessidade de os trabalhadores estarem sempre antenados com o Sindicato da classe, acompanhando constantemente o trabalho da entidade na defesa dos interesses da categoria. “Os trabalhadores devem acompanhar a atuação do Sindicato lendo os
jornais e boletins que sempre distribuímos para eles, acessando o site do jornal O COMBATE (www.ocombate.com.br) e o blog do S I N T R A P O S T O - M G (sintrapostomg.blogspot.com), telefonando e enviando e-mail para o Sindicato (telefone: (32) 3216-3181 e sintrapostomg@gmail.com) ou para O COMBATE (8845-2991 e ocombate.jm@gmail.com), ou indo à sede da entidade, na Rua Halfeld, nº 414, sala 609, Juiz de Fora, Centro” – informa o sindicalista. Em seguida, ele explica: “Fazendo isso, os trabalhadores ficam a par de seus direitos e das novidades, bem como das melhorias que o Sindicato frequentemente conquista para os integrantes da categoria profissional representada pela entidade”.
    Para Guizellini, “o trabalhador precisa estar ligado ao Sindicato em todos os momentos, mas principalmente quando é demitido ou pede demissão tendo menos de um ano de serviço, pois no momento do acerto rescisório ele corre o risco de ser prejudicado por algum empregador inescrupuloso, já que nesses casos não é obrigatória a assistência do Sindicato ou do Ministério do Trabalho para homologação da rescisão do contrato de trabalho”. Logo em seguida, o sindicalista ressalvou: “mas temos que reconhecer que isso, quando acontece, é exceção, e não regra, pois a maioria dos postos de gasolina da Cidade e da Região, pelo que sabemos, não costuma praticar tal abuso”.
    Segundo Guizellini, “é importante que quando for feita rescisão de contrato de trabalho com menos de um ano de serviço, o trabalhador se informe bastante no Sindicato, inclusive pedindo que seja conferido o cálculo das verbas rescisórias feito pela empresa, a fim de evitar sofrer prejuízos, pois um pouco de cautela não faz mal a ninguém”.
    Já em se tratando de rescisão de contrato de trabalho de empregado com mais de um ano de serviço, Guizellini ressalta que neste caso geralmente não acontece nenhum problema prejudicial ao trabalhador porque a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) obriga que a rescisão seja homologada no Sindicato, “e este, é claro, não deixa o trabalhador ser prejudicado” – frisa o sindicalista.
    De acordo com Guizellini, “o trabalhador deve sempre procurar orientação no Sindicato, para o seu próprio bem, pois assim ele conhecerá melhor seus direitos e saberá se defender melhor”.

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   Em entrevista ao “O Combate”, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo de Juiz de Fora e Região – SINTRAPOSTO-MG, Paulo Guizellini, alertou os trabalhadores para a importância de trabalharem somente com a carteira de trabalho assinada. Segundo ele, “os trabalhadores não devem trabalhar nem um só dia sem a devida anotação na sua carteira profissional, pois é muito grande o prejuízo para eles, que acabam perdendo dinheiro relativo a férias, 13º salário, abono e rendimentos do PIS, depósitos mensais do FGTS, multa de 40% do valor do FGTS quando ocorre demissão sem justa causa, aviso prévio, garantia de aposentadoria no futuro, etc., etc. O prejuízo é tão grande que se a pessoa que aceita trabalhar sem carteira assinada parasse para pensar nisso, ela jamais aceitaria esse abuso patronal”.
    Guizellini alertou também para os riscos que os patrões exploradores correm quando não registram um trabalhador. “O patrão também não deve admitir trabalhador sem carteira assinada, pois também pode ser muito prejudicado, tendo que pagar, além da multa prevista pela lei em caso de autuação da empresa pela fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego, todos os direitos trabalhistas e encargos sociais sonegados, com multas, juros e correção monetária, além dos honorários assistenciais, quando o trabalhador entra com ação na Justiça para reaver seus direitos” – ressalta o sindicalista.
    E Guizellini conclama o trabalhador a buscar na Justiça os seus direitos sonegados: “O trabalhador que não tem carteira assinada pode e deve se dirigir à sede do Sindicato, na Rua Halfeld, nº 414, sala 609, Centro, Juiz de Fora, para que o nosso Departamento Jurídico possa ingressar com ação na Justiça a fim de fazer o patrão explorador pagar, com multas, juros e correção monetária, todos os direitos e encargos sociais do trabalhador prejudicado”. Para isso, entretanto, é importante “que o trabalhador não assine nenhum papel em branco na empresa e nem documentos e recibos de pagamento de salários ou horas extras sem ter recebido os devidos valores” – alerta o sindicalista.
    Guizellini pede a quem souber da existência de irregularidade desse tipo, ou seja, empresa admitindo trabalhador sem carteira assinada, para fazer o favor de denunciar o caso ao Sindicato, para que a entidade possa tomar as providências cabíveis.
    Ele explica que o trabalhador pode ligar para o disque-denúncia da entidade (3216-3181), sem precisar se identificar, bastando citar o nome da empresa, pois o Sindicato se encarrega de apurar o caso e garante sigilo total sobre a identidade do empregado denunciante.

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