Outubro de 2011
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Frentistas esperam bom senso e sensibilidade da classe patronal

   No dia 16 de setembro, dois dias depois da assembleia geral que abriu a campanha salarial dos trabalhadores em postos de gasolina, lojas de conveniência, lava rápidos, estacionamentos e garagens de Juiz de Fora e Região, o Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo de Juiz de Fora e Região – SINTRAPOSTO-MG encaminhou ao Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de Minas Gerais (MINASPETRO) a pauta de reivindicações a ser negociada com aquela entidade.
   Tendo em vista que a data-base (ocasião de reajuste salarial e renovação da Convenção Coletiva de Trabalho) da categoria é 1º de novembro, o SINTRAPOSTO enviou também um ofício ao Sindicato patronal no mesmo dia em que encaminhou a pauta. No ofício, a entidade trabalhista pede a marcação de uma reunião para negociação das propostas dos trabalhadores contidas na referida minuta, que foi aprovada por unanimidade pela assembleia realizada no dia 14 de setembro.

O SINTRAPOSTO já encaminhou ao MINASPETRO a pauta de reivindicações dos trabalhadores a ser negociada por ocasião da data-base da categoria (1º de novembro). A foto do Arquivo do "O Combate" mostra uma rodada de negociação entre o pessoal do Sindicato patronal (à esquerda) e os representantes dos frentistas, por ocasião da data-base do ano passado, aparecendo em primeiro plano, à direita, o presidente do SINTRAPOSTO, Paulo Guizellini.

    Ao falar ao “O Combate” sobre a expectativa dos frentistas de Juiz de Fora e da Região em relação à negociação a ser iniciada brevemente com o Sindicato patronal, o presidente do SINTRAPOSTO, Paulo Guizellini, disse que “os trabalhadores esperam bom senso e sensibilidade da classe patronal para compreender o sofrimento da categoria diante da defasagem salarial”. Em seguida, ele arrematou: “Por esta e outras razões, estamos aguardando que o Sindicato patronal nos conceda um reajuste salarial capaz de eliminar as perdas salariais decorrentes da inflação e garantir um ganho real para aliviar um pouco o sofrimento da nossa tão importante classe profissional”.

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