Outubro de 2014
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“O TRABALHADOR PRECISA ESTAR SEMPRE
LIGADO AO SEU SINDICATO, PARA O SEU PRÓPRIO BEM”
– DIZ GUIZELLINI

Em entrevista a este jornal, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo de Juiz de Fora e Região – SINTRAPOSTO-MG, Paulo Guizellini, falou da necessidade de os trabalhadores estarem sempre antenados com o Sindicato da classe, acompanhando constantemente o trabalho da entidade na defesa dos interesses da categoria. “Os trabalhadores devem acompanhar a atuação do Sindicato lendo os jornais e boletins que sempre distribuímos para eles, acessando o site do jornal O COMBATE (www.ocombate.com.br) e o blog do SINTRAPOSTO-MG (sintrapostomg.blogspot.com), telefonando ou enviando e-mail para o Sindicato (3213-7565 e 3216-3181 e sintrapostomg@gmail.com) ou para o jornal O COMBATE (8845-2991 e ocombate.jm@gmail.com), ou indo à sede da entidade, na Rua Halfeld, nº 414, sala 609, Juiz de Fora, Centro” – informa o sindicalista.

     Em seguida, ele explica: “Fazendo isso, os trabalhadores ficam a par de seus direitos e das novidades, bem como das melhorias que o Sindicato frequentemente conquista para os integrantes da categoria profissional representada pela entidade”.

     Para Guizellini, “o trabalhador precisa estar ligado ao Sindicato em todos os momentos, mas principalmente quando é demitido ou pede demissão tendo menos de um ano de serviço, pois no momento do acerto rescisório ele corre o risco de ser prejudicado por algum empregador inescrupuloso, já que nesses casos não é obrigatória a assistência do Sindicato ou do Ministério do Trabalho para homologação da rescisão do contrato de trabalho”. Logo em seguida, o sindicalista ressalvou: “mas temos que reconhecer que isso, quando acontece, é exceção, e não regra, pois a maioria dos postos de gasolina da Cidade e da Região, pelo que sabemos, não costuma praticar tal abuso”.

     Segundo Guizellini, “é importante que quando for feita rescisão de contrato de trabalho com menos de um ano de serviço, o trabalhador se informe bastante no Sindicato, inclusive pedindo que seja conferido o cálculo das verbas rescisórias feito pela empresa, a fim de evitar sofrer prejuízos, pois um pouco de cautela não faz mal a ninguém”.

     Já em se tratando de rescisão de contrato de trabalho de empregado com mais de um ano de serviço, Guizellini ressalta que neste caso geralmente não acontece nenhum problema prejudicial ao trabalhador porque a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) obriga que a rescisão seja homologada no Sindicato, “e este, é claro, não deixa o trabalhador ser prejudicado” – frisa o sindicalista.

     De acordo com Guizellini, “o trabalhador deve sempre procurar orientação no Sindicato, para o seu próprio bem, pois assim ele conhecerá melhor seus direitos e saberá se defender melhor”.

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DEBATE, SIM. ATAQUES PESSOAIS, NÃO

     Com tristeza e indignação, fazemos questão de repudiar publicamente o que aconteceu durante a campanha eleitoral neste ano, tanto no primeiro turno quanto no segundo, quando os ataques pessoais de candidato contra candidato prevaleceram desgraçadamente sobre os debates das grandes questões que afligem o nosso País, as quais deveriam ter predominado na campanha eleitoral.

     Infelizmente, o que se viu, tanto no horário da propaganda eleitoral gratuita, quanto nos debates nos canais de televisão, foi um candidato atacando pessoalmente o outro, deixando de lado a abordagem dos grandes problemas nacionais.

     Esperamos que isso não mais se repita nas futuras campanhas eleitorais. E que os futuros candidatos debatam aquilo que realmente é do interesse direto do povo, deixando de lado os ataques pessoais, que na verdade não constroem coisa alguma. 

Sindicato dos Empregados em Edifícios e nas Empresas de Compra, Venda, Locação e
Administração de Imóveis Comerciais e Residenciais de Juiz de Fora (SINDEDIF-JF)

LUIZ JOSÉ DA SILVA – PRESIDENTE
e demais Diretores

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Sindicato orienta trabalhadores sobre como proceder diante de assalto

Falando a este jornal, o presidente do SINTRAPOSTO-MG, Paulo Guizellini, passou orientações aos empregados dos postos de combustíveis por causa da onda de assaltos a esses estabelecimentos. E voltou a aconselhar o trabalhador a nunca reagir diante desses crimes, lembrando que a Polícia Militar sempre orienta a não reagir a assalto. “Realmente, o frentista não deve reagir quando for abordado por ladrões, pois a reação a assalto é sempre muito perigosa” – afirmou o sindicalista.

     De acordo com Guizellini, “qualquer funcionário de posto que for assaltado deve primeiramente procurar manter a calma e responder ao assaltante apenas o que ele lhe perguntar. Além de não reagir, também não deve tentar fugir, não fazer movimento brusco e nem deixar de avisar o assaltante quando fizer qualquer movimento, pois o bandido pode achar que o trabalhador está reagindo e baleá-lo. Também não deve perseguir o ladrão, pois isso é muito perigoso. Em seguida, o trabalhador deve procurar se afastar do local do crime e imediatamente chamar a Polícia telefonando para o 190. Após registrar o Juiz de Foracrime no boletim de ocorrência policial, o frentista assaltado deve comunicar o fato ao SINTRAPOSTO-MG, podendo fazê-lo pelos telefones 3216-3181 e 3213-7565, para que a entidade possa tomar as providências cabíveis”.

     Segundo Guizellini, “se o local de trabalho não apresentar iluminação adequada, as câmeras não estiverem ligadas ou funcionando a contento e o posto de gasolina não estiver cumprindo a lei do capacete, demonstrando, assim, desinteresse pela adoção de medidas protetivas, o empregador será responsabilizado pela negligência da empresa em providenciar a segurança do trabalhador em seu local de serviço, pois isso é um dever legal do empregador”.

     Para o sindicalista, “os dispositivos de segurança são importantes tanto para a proteção da integridade física dos trabalhadores como também para a proteção do patrimônio da própria empresa. Por isso, o próprio empresário do setor tem que ter interesse nesta questão” – frisa Guizellini.

O presidente do SINTRAPOSTO-MG, Paulo Guizellini (o 1º à esquerda),
junto com frentistas em um posto de gasolina recentemente assaltado.
O sindicalista foi ao posto já no dia seguinte ao assalto,
para orientar os frentistas sobre como proceder diante de roubo.

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