Prazo para pagamento de diferenças salariais a trabalhadores de condomínios termina em março
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Frentistas ainda não têm reajuste salarial

“Trabalhadores estão sendo tratados como escravos” – afirma Guizellini
De frente, os representantes dos frentistas: Paulo Bosqueto, doSindicato de Uberaba e Região; Raimundo Gama, doSindicato de Poços de Caldas e Região; Eusébio Pinto Neto, presidente da FENEPOSPETRO (Federação Nacional); Possidônio Valença, presidente do Sindicato de Belo Horizonte e Região; Paulo Guizellini, presidente do SINTRAPOSTO-MG; o advogado João Batista de Medeiros; e Paulo Catarino, presidente doSindicato de Muriaé e Região, durante a 6ª reunião com a Comissão Negociadora do MINASPETRO (de costas), na sede do Sindicato patronal, em Belo Horizonte, no dia 19 de março.

 

A campanha salarial de 2023 dos empregados dos postos de combustíveis de Minas Gerais ainda continua sem definição mesmo depois da realização de seis rodadas de negociação entre as entidades sindicais no período de quase cinco meses.

O Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo de Juiz de Fora e Região – SINTRAPOSTO-MG (que representa esses trabalhadores nesta Cidade e na Região), os outros Sindicatos de frentistas de Minas Gerais e a Federação Nacional dos Empregados em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo – FENEPOSPETROrealizaram no dia 19 de março a sexta reunião com o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de Minas Gerais – MINASPETRO, mas não chegaram a nenhum acordo para celebração da nova Convenção Coletiva de Trabalho da categoria.

Para o presidente do SINTRAPOSTO-MG, Paulo Guizellini, “os trabalhadores estão sendo tratados como escravos”.

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Cartas de oposição feitas por patrões inescrupulosos

Inquérito e processo contra empregadores que praticam condutas antissindicais

O Sindicato dos Empregados em Edifícios e nas Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais e Residenciais de Juiz de Fora – SINDEDIF-JF vai fazer representação ao Ministério Público do Trabalho, para a instauração de inquérito civil, e também entrar com ação na Justiça contra alguns empregadores que estão praticando condutas antissindicais ao coagirem seus empregados a se oporem ao trabalho da entidade.Cartas de oposição feitas por patrões inescrupulosos foram encaminhadas ao Sindicato.


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